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Aprenda a investir — do zero, sem jargão.
Explicações curtas, com exemplos de verdade da bolsa. E quando bater dúvida, a IA responde em português e mostra a fonte de cada número.
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É quanto uma empresa ou fundo te paga em proventos por ano, comparado ao preço da ação. O termômetro de renda de quem investe pra receber.
Um FII junta o dinheiro de milhares de investidores para comprar imóveis ou títulos do setor — e distribui a renda todo mês. Entenda a engrenagem antes da primeira cota.
Não existe resposta única — existe o encaixe entre o que cada ativo entrega e o que você espera dele. Aqui vai a comparação sem torcida, com o imposto na mesa.
Toda decisão de investimento no Brasil começa — mesmo quando você não percebe — com um número: a Selic. Ela é o preço do dinheiro. E quando o preço do dinheiro muda, tudo o mais se reprecifica.
Os dois cumprem o papel de reserva de emergência — desde que você confira três coisas: liquidez de verdade, garantia e percentual do CDI. A comparação, ponto a ponto.
Marcação a mercado é o preço que o seu título teria se você vendesse hoje. Ele oscila todo dia — mas quem carrega até o vencimento recebe exatamente a taxa que contratou.
O Tesouro IPCA+ promete uma coisa rara: crescer acima da inflação, com taxa combinada na compra. O porém é o caminho até lá — que balança mais do que a fama de “renda fixa” sugere.
Carteira de dividendos não é colecionar os maiores yields do ranking — é montar um fluxo de renda que sobrevive a ciclos. O critério importa mais que o número.
Os dois caem na sua conta como provento. A diferença está na origem contábil — e, principalmente, no imposto que vem (ou não) descontado do valor anunciado.
A regra dos R$ 20 mil é a mais mal contada do mercado: o limite é sobre o quanto você VENDE no mês, não sobre o lucro. Aqui está quando há imposto, como pagar e onde cada coisa entra na declaração.
FII tem uma pegadinha dupla: o rendimento mensal é isento, mas a venda com lucro paga 20% — e a famosa isenção dos R$ 20 mil não existe aqui. Este é o mapa completo, ficha por ficha.
P/L é o múltiplo mais citado da bolsa: quantos anos de lucro você está pagando para virar sócio. Simples de calcular, fácil de ler errado.
Comprar R$ 1,00 de patrimônio pagando R$ 0,80 parece negócio óbvio. Às vezes é. Às vezes o R$ 1,00 do balanço vale menos que isso — e o mercado sabe.
Décio Bazin reduziu a decisão de compra a uma pergunta: “a que preço essa ação me paga o yield que eu exijo?”. A resposta é uma divisão — e alguns cuidados que o livro não dispensa.
Dá para ter Apple, Microsoft ou Coca-Cola no mesmo home broker das suas ações brasileiras. O BDR é o caminho — desde que você entenda o câmbio e o imposto.
Em destaque
O que é Dividend Yield (DY)?
É quanto uma empresa ou fundo te paga em proventos por ano, comparado ao preço da ação. O termômetro de renda de quem investe pra receber.
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Dividend yield = proventos pagos em 12 meses ÷ preço da ação. Se uma ação custa R$ 100 e pagou R$ 8 no ano, o DY é 8%. É como o “rendimento do aluguel” de uma ação.
Tradutor do mercado
ver glossário ↗Quanto você paga por cada R$ 1 de lucro anual da empresa. Menor costuma ser mais barato.
Quanto você paga por cada R$ 1 de patrimônio. Muito usado em FIIs.
Compara o valor total da empresa — contando as dívidas — com o caixa que a operação gera num ano. Menor costuma indicar mais barato.
Primo do EV/EBITDA: compara o valor total da empresa com o lucro operacional (EBIT), que já desconta a depreciação de máquinas e equipamentos.
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