Petróleo dispara mais de 5% com novos ataques entre EUA e Irã
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O conflito no Oriente Médio define o apetite a risco global nesta quarta-feira, pressionando bolsas e elevando a cotação do petróleo antes da abertura.
Os mercados globais recuam na manhã desta quarta-feira. O estopim é a retomada de hostilidades diretas entre Estados Unidos e Irã, que já empurram o petróleo para uma alta superior a 5%. A consequência imediata é um movimento clássico de aversão ao risco: investidores fogem da renda variável e buscam proteção.
O temor é duplo. No curto prazo, a instabilidade geopolítica por si só reduz a propensão a tomar risco. No horizonte adiante, o salto do petróleo reacende a preocupação com a inflação global, o que pode dificultar o ciclo de cortes de juros que os mercados esperam para grandes economias. Na B3, o Ibovespa futuro opera em baixa, testando suportes, enquanto os papéis de empresas ligadas ao petróleo, como Petrobras (PETR3; PETR4) e PRIO (PRIO3), entram no radar — ontem, esse grupo já havia limitado as perdas do índice.
Conteúdo produzido a partir de dados públicos (B3, CVM, BCB). Informação, não recomendação de investimento.
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