Ata do Fed mostra que nova alta de juros nos EUA está na mesa
por que importa
A postura mais dura do banco central americano pressiona os mercados globais ao competir com ativos de risco e influenciar as taxas de juros de longo prazo.
Além da tensão geopolítica, outro ponto de pressão vem da política monetária americana. A ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), divulgada nesta tarde, revelou que, apesar da manutenção dos juros entre 3,50% e 3,75% ao ano, parte dos dirigentes já via argumentos para um novo aperto monetário.
O documento reforçou que a inflação segue sendo a principal preocupação da autoridade monetária. Essa sinalização mais dura, de que o ciclo de alta pode não ter acabado, joga contra os ativos de risco, especialmente em países emergentes como o Brasil, pois mantém o dólar forte e os juros globais em patamares elevados.
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