Petroleiras lideram altas no último pregão com tensão no Oriente Médio; Vale e Embraer caem forte
por que importa
O conflito EUA-Irã criou uma divisão clara entre setores beneficiados e prejudicados, um movimento que pode persistir enquanto durar a incerteza geopolítica.
O último pregão, em 7 de julho, foi marcado por um racha setorial na B3. De um lado, as petroleiras surfaram a alta do petróleo impulsionada pela crise no Oriente Médio: RECV3 subiu 6,04%, NATU3 avançou 5,59% — beneficiada por custos dolarizados — e PETR4 teve alta de 3,15%.
Do outro lado, empresas com custos sensíveis ao petróleo ou expostas ao cenário externo foram penalizadas. VALE3 caiu 4,59%, EMBJ3 perdeu 4,48% e aéreas e transportadoras também recuaram. O Ibovespa fechou com leve baixa de 0,25%, aos 172.020 pontos, enquanto o dólar cedeu 0,41%, cotado a R$ 5,1458.
Conteúdo produzido a partir de dados públicos (B3, CVM, BCB). Informação, não recomendação de investimento.
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