Onda de ofertas: R$ 4,9 bilhões em novas emissões registradas na CVM
por que importa
O volume expressivo de captações de FIIs, FIDCs e debêntures sinaliza um apetite do mercado por renda fixa privada e projetos imobiliários, apesar dos juros altos.
A CVM registrou uma enxurrada de novas emissões entre 2 e 3 de julho, somando quase R$ 4,9 bilhões em ofertas primárias de FIIs, FIDCs, debêntures e um FIAGRO.
Os destaques são a Transmissora Aliança de Energia Elétrica (TAEE), com uma emissão de debêntures de R$ 1,7 bilhão, e a Axia Energia (AXIA3), que registrou R$ 1 bilhão no mesmo instrumento. Do lado imobiliário, o FII Patria Crédito Multiestratégia busca R$ 625 milhões, enquanto o REC Recebíveis (RECR11) mira R$ 409,9 milhões.
Para a pessoa física, o movimento importa porque boa parte desses papéis compete diretamente com os FIIs negociados em bolsa. A oferta robusta de cotas novas pode pressionar os preços dos fundos já listados, diluindo a base de investidores no curto prazo.
Conteúdo produzido a partir de dados públicos (B3, CVM, BCB). Informação, não recomendação de investimento.
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